Vimos durante as aulas que é necessário saber trabalhar em diferentes formatos, desde todos os tipos de papel a todos os tipos de monitor. E tirando partido das novas tecnologias, hà diferentes formas de trabalhar o design e a informação, até mesmo trabalhar estes parâmetros todos para que seja o utilizador a escolher. É um facto que existem páginas na net que seja absolutamente estáticas e é também um facto que existem páginas na net que são extremamente dinâmicas. Mas isto tudo está contido num monitor do nosso computador, portatil ou desktop, no nosso telemovel, na nossa PSP. Mas e se eu tiver uma parede inteira para trablhar? uma mesa? a cabeceira da cama? E o que posso fazer? bem...tudo?
Para quem viu o filme Minority Report com Tom Cruise, que não gostaria de ter aquele monitor com que trabalhava a desvendar homicidios antes de eles acontecerem. A ideia de conseguir mexer em Janelas no meio do ar, fazer zoom, aumentar o tamanha da janelas, passar de um monitor para outro...fantástico! Só era preciso ter aquelas luvas especiais..
Bom.. nós na realidade nem precisamos das luvas. É verdade essa tecnologia está cá!
O que os filmes pedem a tecnologia dá. Quais os limites? bem... talvez os mesmos que o Universo.
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enfim trbalhar com estes formatos... conseguir fazer as coisas para que funcionem bem nesto... vai ser muito bom! espero que não demore até poder ter um.
Tenho andado a escrever um artigo sobre Baquetes de bateria e durante a minha investigação bati com o rato neste site. É o catálogo da VIC FIRTH do ano passado, e é, dizendo pouco, fantástico. Tive que para por uns instantes de mexer na aplicação e pôr as mãos na cabeça do bom que é. É aconselhado brincar e mexer e tentar perceber como foi feito, porque é algo realmente interessante que pode ser usado até mesmo como página web, se bem que, como aprendemos, o modo de leitura na net e em papel é bastante diferente. Mas fazendo um trabalho bem justificado e adaptado certamente passa bem.
Uma graaaaaaaande entrada. Engraçado o detalhe em que automaticamente mostra onde está o menu, o cursor é levado ao menu. no inicio achei estranho porque foi.. whaat? perdi o controlo? mas depois vi.. aaaah!!! é aki!.. e pronto.
Numa das minhas pesquisas encontrei este site www.michelbergerhotel.com. Quando o mostrei à minha mãe ela disse: "Que confusão! Não percebo nada." Eu própria fiquei um bocado perdida no meio de tanta informação visual, o mesmo se passa com o menu, o que acontece quando se exagera nas animações. O caso deste site não exemplifica a máxima "less is more". Na minha opinião o site tem um público alvo bastante reduzido, o que é mau porque é o site de um hotel e quanto mais pessoas melhor.
Timothy Clark, esta pessoa tem um site bastante "unusual" gosto particularmente das cores e do fundo da pagina inicial. Quando se clica em portfolio, somos confrontados com uma unica coluna estreia e no centro, a qual não é normal de ser visto. Tem um desgin diferente que não é normal de ser visto "por aí", por ser diferente não quer necessáriamente dizer que é um bom site para outro um contexto, neste contexto é uma alternativa aceitável que apresenta uma lista de obras por estilo, de uma forma simples sem ambíguidades.
Imagina que queres aparecer na tua página, seja na página principal ou a aparecer e dar umas dicas como quem sabe o antigo "Puuuppyyyy!" no Mortal Kombat ou algo mais sério. No entanto gravaste-te com a tua web-cam ou outra câmara qualquer mas tens sempre um fundo por trás e queres-te ver livre dele.. Bom uma das formas seria gravar com Chroma Key ou com algo que possa substituir, de forma a conseguir eliminar o resto por completo e focar-te apenas na tua imagem. Bem: encontrei um tutorial em vídeo (Inglês) a explicar os passos atravéz de vários programas (Adobe After Effects e Flash, para quem tiver a CS4 MC*, está safo) como conseguir tal objectivo e colocar na página internet.
Abre então o blog de Urban Produções, destinada à produção de conteúdo Audiovisual e Multimédia. Não só é objectivo a elaboração de diferentes projectos, mas como a divulgação e análise de outros projectos de diferentes empresas, produtoras, privados e/ou públicos, entre outros.
"Urban" surge num contexto social citadino em que são priveligiados os aspectos gerais da cidade e os contrastes com o "extra-urbano".